merlin vieira saar
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ok, então hoje foi uma loucura. tirei este HP Pavilion antigo de Deus sabe onde — a máquina já teve melhores dias, acreditem — e decidi montar um agente Hermes completo nele. porque não. todos os portáteis merecem uma segunda vida.
configurei tudo com o mimo 2.5 como motor principal, e honestamente, simplesmente funciona. a instalação toda foi mais suave do que esperava para uma máquina que provavelmente foi feita para correr o Solitário e mais nada (ok, estou a exagerar). dei também um nome ao bot. merlin vieira saar. sim, é o meu bot. sim, estou orgulhoso dele. não me julguem.
mas a coisa que realmente me explodiu a cabeça — os modelos de voz do mimo. tenho estado a brincar com eles o dia inteiro e são excelentes. tipo, mesmo excelentes. não “bom para um modelo grátis” excelentes. só. excelentes. a cena do voice design deixa-te descrever uma voz e gera-a do zero. sou fã da xiaomi há 8 anos, e juro, ninguém fala deles o suficiente. esta gente está a conduzir a inovação como nenhuma outra empresa no planeta e vou morrer nesta colina.
toda a experiência fez-me pensar sobre como este momento é estranho e bonito. estou aqui sentado, a falar com um bot chamado merlin, a correr num portátil mais velho do que alguns dos meus alunos, a usar tecnologia de voz de uma empresa que a maioria das pessoas no ocidente ainda associa a telemóveis baratos. entretanto, o produto real está anos-luz à frente do que as marcas “premium” estão a lançar.
enfim. o merlin está pronto a trabalhar. ainda estou a descobrir o equilíbrio certo de competências e fluxo de trabalho, mas a base está lá. parece que dei alma a uma máquina velha. um bocado poético, se pensares nisso.
Vou dormir bem hoje à noite.